A Exclusividade, a Supremacia e o Poder do Nome de Jesus
Fonte: Kenneth E. Hagin
Marcelo Victor R. Nascimento
O Nome de Jesus é a chave absoluta para a salvação e a autoridade espiritual no Novo Testamento, superando qualquer substituição litúrgica por títulos genéricos. Muitas vertentes religiosas tradicionais diluem o poder desse Nome dividindo a divindade em fórmulas triplas. No entanto, a análise direta e sem rodeios das Escrituras Sagradas comprova que o Unicismo — a doutrina que reconhece um único Deus manifestado plenamente na pessoa e no nome de Jesus — é o modelo teológico correto.
Isso, porque se a fórmula batismal dos originais das Escrituras Sagradas for tripla, em Mateus 28:19 (em nome dos títulos "Pai", "Filho" e "Espírito Santo"), não podemos dizer que a Bíblia é inerrante, visto que tal fórmula jamais foi aplicada pelos apóstolos e Jesus foi desautorizado pelo apóstolo Paulo, quando este disse que tudo que fosse feito por palavras ou obras deveria ser feito em nome de Jesus (Colossenses 3:17), não apresentando nenhuma cláusula de exceção.
Abaixo, reunimos
cinco pilares bíblicos fundamentais que desarmam as tradições humanas e revelam
a supremacia e exclusividade do Nome sobre todas as coisas.
1. Só Há um
Nome Pelo Qual Devemos Ser Salvos
A Palavra de Deus
elimina qualquer espaço para dúvidas ou multiplicidade de opções quando o
assunto é o destino eterno da nossa alma. Em Atos 4:12, o apóstolo Pedro
é categórico e definitivo ao declarar diante do Sinédrio: "E em nenhum
outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado
entre os homens, pelo qual devamos ser salvos."
Se a própria
Escritura limita a salvação a apenas um nome próprio (Jesus), invocar uma tríade de
títulos ("Pai", "Filho" e "Espírito Santo") no momento da entrega espiritual
contraria a exclusividade decretada pelo Espírito Santo através dos apóstolos.
A salvação tem uma assinatura exclusiva, e ela se chama Jesus.
Nota: a Bíblia estabelece uma promessa universal inabalável tanto no Antigo quanto no Novo Testamento: "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Joel 2:32; Romanos 10:13). Mas como essa invocação salvífica acontece na prática? A resposta exata nos é dada no relato do batismo do próprio apóstolo Paulo. Em Atos 22:16, o discípulo Ananias vai até Paulo e lhe dá uma ordem direta e inequívoca: "E agora, por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do Senhor." Este texto reconecta perfeitamente o ato de lavar os pecados com a pronúncia e o clamor audível do nome próprio de Jesus no momento da imersão (pelos ministros que realizam o batismo). Ananias não disse a Paulo para ser batizado invocando títulos descritivos, mas sim para invocar a identidade daquele que o havia paralisado na estrada de Damasco. O batismo bíblico exige um clamor; e o único Nome que se pode invocar para a salvação é o Nome de Jesus.
2. O Perdão
dos Pecados Ocorre Exclusivamente por Esse Nome
A remissão das
nossas transgressões não está associada a conceitos abstratos, mas sim à
autoridade legal e ao sacrifício depositados sob uma identidade específica (Atos 10:43; Efésios 1:7; Colossenses 1:14; 1 João 2:12). Em Atos
2:38, no sermão que inaugurou a Igreja Cristã na Terra, a ordem dada para o
perdão foi explícita: "Arrependei-vos, e cada um de vocês seja batizado
em nome de Jesus Cristo para perdão dos vossos pecados..."
Os apóstolos nunca batizaram repetindo termos como "Pai, Filho e Espírito Santo", porque sabiam que o sangue vertido e a autoridade legal para apagar pecados residiam unicamente no Nome de Jesus. Batizar usando títulos vazios de nome próprio anula a aplicação prática do perdão decretado no Calvário.
Ademais, a Bíblia faz um contraponto entre ser batizado em Moisés e ser batizado em Jesus (1 Coríntios10:2; Romanos 6:3-4), mostrando que para viver em novidade de vida (para ser uma nova criatura) é necessário batizar-se no nome de quem morreu e comprou as almas pelo Seu sangue (Apocalipse 5:9), tornando-se o justo e verdadeiro proprietário delas.
3. O Espírito
Santo é Enviado em Nome de Jesus
O próprio Mestre revelou aos apóstolos a engrenagem espiritual do envio do Consolador em João 14:26: "Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas...". Ou seja, Ele deixou claro que quando o Seu Nome é pronunciado, o Consolador é derramado sob a Sua chancela, identidade e autoridade, em harmonia com as seguintes palavras do apóstolo Pedro: “…seja batizado em nome de Jesus Cristo, em remissão de pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:38b).
Para os defensores da Trindade clássica, o Espírito Santo operaria sob uma identidade à parte (uma pessoa distinta). Todavia, Jesus esclareceu que o Consolador não se tratava de outra pessoa, ao afirmar que Ele já habitava com eles e estaria neles, falando de si próprio (João 14:17). Portanto, quando o Espírito de Deus habita no crente e opera milagres, Ele o faz manifestando a mesmíssima essência e o mesmo Nome (Jesus): “Aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele [...] e viremos para ele e faremos nele morada" (João 14:21-23).
4. A Ordem de
Paulo: Tudo Deve Ser Feito em Nome de Jesus
O apóstolo Paulo
recebeu a revelação direta do Cristo glorificado e estabeleceu uma regra de
conduta e liturgia universal para a Igreja em Colossenses 3:17: "E
tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-lo em nome do Senhor
Jesus, dando por ele graças a Deus Pai."
Essa instrução
não deixa brechas. Ela abrange absolutamente todas as frentes de ação da
comunidade cristã:
· Orações: devem ser direcionadas e seladas no Nome de Jesus (João 14:13-14; João 16:23-24).
· Expulsão de Demônios: as trevas só batem em retirada diante da menção desse Nome específico (Marcos 16:17; Lucas 10:17; Atos 16:18).
· Curas e Prodígios: enfermos são restaurados quando a autoridade de Jesus é evocada (Atos 3:6; Atos 3:16; Atos 4:30).
Se a Bíblia ordena que tudo seja feito no Nome de Jesus, o batismo — sendo um dos sacramentos mais importantes da fé cristã — não pode ser a única exceção isolada.
Há uma clara
contradição entre a ordem dada pelo Espírito Santo em Colossenses 3:17 [“Tudo
que fizerdes...fazei em nome de Jesus”] e a determinação
contida em Mateus 28:19 [“Batizai-os em nome do Pai, e do
Filho, e do Espírito Santo”], algo inconcebível para um documento inerrante
e harmônico.
5. O Nome que
Está Acima de Qualquer Outro Nome no Universo
Por fim, a soberania e a unidade de Deus se manifestam no fato de que o nome do Messias recebeu a primazia cósmica absoluta. O texto de Filipenses 2:9-10 consagra o ápice da teologia unicista: "Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra.", juntamente com Efésios 1:21, que diz que o NOME DE JESUS está “acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro”.
Não existem três nomes soberanos compartilhando o trono celestial, nem três tronos distintos ("Nela [Jerusalém celestial] estará o trono de Deus e do Cordeiro" — no singular, e não "os tronos"(Apocalipse 22:3). Há apenas um Nome supremo que comanda o universo visível e invisível. Se esse Nome está acima de qualquer outro que se possa nomear, usá-lo no batismo e na vida cristã diária não é uma opção litúrgica: é o cumprimento exato da majestade e do plano soberano do Deus Único.
Conclusão: A
Verdade Apostólica Prevalece
A análise honesta e desarmada das Escrituras Sagradas e da história do cristianismo não deixa margem para dúvidas: a doutrina do Nome de Jesus é o alicerce inabalável da fé apostólica.
Os apóstolos não sofreram de amnésia coletiva no dia de Pentecostes, quando foram batiazadas mais de 3 mil almas "em nome de Jesus Cristo", e Ananias não cometeu um erro ao ordenar a realização do batismo de Paulo "invocando o nome de Jesus" [e não do "Pai", do "Filho" e do "Espírito Santo"], pois esse Nome é a própria essência que valida os títulos de "Pai", "Filho" e "Espírito Santo".
Eles sabiam exatamente quem era Jesus: o Deus Único e Verdadeiro, Yahweh manifesto na carne, cujo Nome carrega a autoridade total do universo (1 Timóteo 3:16; 1 João 5:20; Atos 20:28; 2 Coríntios 5:19). No momento do batismo, invocar o Nome de Jesus não é uma escolha litúrgica secundária; significa aplicar o único selo de propriedade legal capaz de perdoar pecados, derramar o Espírito Santo e garantir a salvação eterna, dada a importância do batismo em nome de Jesus Cristo.
Abandonar as
fórmulas e as tradições construídas nos Concílios humanos posteriores, e
retornar à prática bíblica pura é mais do que um preciosismo teológico. É
reconhecer que acima de todas as coisas, de todas as manifestações e de todos
os títulos, há um só Nome que se deve adorar, confessar e invocar nas águas do batismo e ao longo da vida: Jesus Cristo, o Senhor.
Nota de Esclarecimento:
Dos teólogos dos primeiros séculos, Eusébio de Cesaréia é aquele que tem as seguintes citações em seus documentos sobre Mateus 28:19 (o versículo que supostamente traz uma ordem de Jesus para batizar em nome da trindade):
1- "Pois ele [Jesus] não os mandou simplesmente e indefinidamente fazer discípulos de todas as nações, mas com a adição de uma frase essencial, dizendo: 'em meu nome'. (...) E ele mostrou a virtude do poder oculto em Seu Nome quando disse aos Seus discípulos: 'Ide e fazei discípulos de todas as nações em meu nome'." [Demonstratio Evangelica (A Demonstração Evangélica) — c. 311 d.C.];
2 - "Aquele que disse a eles: 'Ide e fazei discípulos de todas as nações em meu nome', realmente cumpriu a sua palavra através de atos..." [Theophania (A Teofania/Manifestação de Deus)];
3 - "...mas os demais apóstolos (...) partiram para todas as nações para ensinar a palavra, confiando no poder de Cristo, que lhes havia dito: 'Ide e fazei discípulos de todas as nações em meu nome'." [Historia Ecclesiastica (História Eclesiástica) — c. 324 d.C).
Acerca dessas citações, uma das maiores autoridades seculares do mundo contemporâneo, responsável por ter organizado e chamado a atenção dos estudiosos para a importância das falas de Eusébio, é o renomado historiador e erudito da Universidade de Oxford, Frederick Cornwallis Conybeare.
Em seu célebre artigo publicado no prestigiado periódico internacional The Hibber Journal (outubro de 1902, pág. 102-108), Conybeare diz ter reunido todas as ocorrências das obras de Eusébio e observado que, antes do Concílio de Niceia, ele citou a fórmula curta "em meu nome" por 18 vezes quando referiu-se a Mateus 28:19. Já, as poucas vezes em que a fórmula trinitária longa foi citada por Eusébio ocorreram exclusivamente no final de sua vida, quando ele já escrevia sob a vigilância dogmática de Roma.
Essa linha do tempo parece provar de forma documental que a teologia trinitária, imposta no batismo, é fruto de uma "canetada" política e doutrinária de Roma. O modelo apostólico original — que reconhece Jesus como a manifestação suprema do próprio Yahweh — permanece sendo a verdade pura e cristalina, atestada pelos documentos históricos mais antigos.
Além desse precioso testemunho, há algumas fontes primárias que tratam da provável adulteração de Mateus 28:19. Segue abaixo algumas delas com seus respectivos dizeres:
· A Enciclopédia Britânica 11ª Edição, Vol. 3, p. 365,
diz o seguinte: "A fórmula trinitária e a imersão em três partes (três vezes) não foi usada uniformemente desde o início, nem sempre andaram juntas. O ensinamento dos apóstolos, de fato, prescreve o batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas, na página seguinte, fala daqueles que foram batizados Em nome do Senhor — a fórmula normal do Novo Testamento. No século III , o batismo em nome de Cristo ainda era tão difundido que o Papa Estêvão, em oposição a Cipriano de Cartago, declarou-o válido";
· An Encyclopsedia of Religions, by Maurice A. Canney,
Pág. 53 diz o seguinte: “As pessoas eram batizadas em primeiro ‘em nome de
Jesus Cristo’ (Atos 2:38, 10:48) ou ‘em nome do Senhor Jesus’ (Atos 8:6, 19:5).
Posteriormente, com o desenvolvimento da doutrina do Trindade, eles foram batizados ‘em nome do Pai e do
Filho e do Espírito Santo’
(cf. Justino Mártir, Apol.
i. 61)”.
· Encyclopedia of Religion and Ethics, by James
Hastings, Vol 2, Pág. 380, que diz o seguinte: “O batismo cristão, quando
conectado à menção de uma fórmula, é aludido quatro vezes em Atos (2:38, 8:16,
10:48, 19:5), e a fórmula nunca é a de Mateus 28:19, mas é duas vezes ἐν τῷ ὀνόματι Ἰησοῦ Χριστοῦ — em nome de Jesus Cristo (Atos 2:38, 10:48) εἰς τὸ ὄνομα τοῦ κυρίου Ἰησοῦ — em o nome do Senhor Jesus (Atos 8:16, 19:5). Que esta era a fórmula
habitual do batismo cristão é apoiado pela evidência das Epístolas Paulinas,
que falam de ser batizado apenas εἰς Χριστόν (Gálatas 3:27) ou εἰς Χριστὸν Ἰησοῦν (Romanos 6:3). É possível reconciliar estes fatos
com a crença de que Cristo ordenou aos discípulos que batizassem em nome da
Trindade? A explicação óbvia do silêncio do Novo Testamento sobre a fórmula
trina, e o uso de outra fórmula em Atos e Paulo, é que essa outra fórmula era a
mais antiga, e que a fórmula trina é um acréscimo posterior”.
· The New Suhaff-Herzog Encyclopedia of Religious
Knowledge, Vol. 1, Pág. 435, que diz o seguinte: “Jesus, no entanto, não
pode ter dado aos seus discípulos essa ordem trinitária de batismo após a sua
ressurreição; pois o Novo Testamento conhece apenas o batismo em nome de Jesus
(Atos 2:38; 8:16; 19:5; Gál. 3:27; Rom. 6:3; 1 Cor. 1:13-15) [...] É
inconcebível que a Igreja Apostólica tenha desobedecido dessa forma à ordem
expressa do Senhor, a qual ela considerava a autoridade máxima [...] Contudo,
desde o início, a Igreja cristã praticou universalmente o batismo (Atos 2,38;
8,36.38; 10,48; 1 Coríntios 12,13; Gálatas 3,27; Efésios 4,5; João 3,5) e,
portanto, deve ter estado convencida de que agia segundo a vontade do Senhor”.
· Enciclopédia de Bíblia, Teologia & Filosofia, de
R.N. Champlin, Vol. 1, Pág. 60, que diz o seguinte: “A obra do Espírito
Santo faz com que os crentes afirmem e confessem que Jesus é o Senhor (1 Cor.
12:3) [...] Essa crença é especificamente confessada por ocasião do
batismo em água, o qual pode ser ministrada em nome de Jesus (ver Atos 2:38) [...]
Alguns escritos dos pais da igreja (ver Justino, Apologia 1, 61, etc.)
testificam sobre essa mesma coisa”.
· A Dictionary of the Bible, by Hastings, James and
Selbie, John, Vol. 1, Pág. 241, que diz o seguinte: “Não há menção à
Trindade, mas apenas ‘ao nome de Jesus Cristo’. E este primeiro e importante
registro de batismos cristãos não está isolado. Os samaritanos que foram
convertidos por Filipe foram ‘batizados em nome do Senhor Jesus’ (At 8:16).
Pedro, em Cesareia, ordenou que Cornélio e os que estavam com ele fossem
‘batizados em nome de Jesus Cristo’ (At 10:48). E os discípulos efésios, quando
se convenceram da insuficiência do batismo de João, foram ‘batizados em nome do
Senhor Jesus’ (At 19:5). Além disso, não há menção no NT de alguém sendo
batizado em nome da Trindade; e a expressão ‘batizado em Cristo’ (Rm 6:3, Gl
3:27; comp. 1 Co 1:13, 6:11) está mais em harmonia com as passagens em Atos do
que com o comando divino conforme registrado em Mt 28:19”.
· Bíblia de Jerusalém, Edição 1998, diz o seguinte: “É
possível que, em sua forma precisa, essa fórmula reflita influência do uso
litúrgico posteriormente fixado na comunidade primitiva. Sabe-se que o livro de
Atos fala em batizar “no nome de Jesus” (cf At. 1,5; 2,28+). Mais tarde deve
ter-se estabelecido a associação do batizado às três pessoas da Trindade”.
· A Comma Johanneum em 1 João 5:7-8: com o avanço da crítica textual e o estudo de manuscritos gregos mais antigos, constatou-se que a cláusula "no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo..." não constava no texto original da carta de João, tendo sido acrescentada séculos depois via notas de rodapé da Vulgata Latina. Para priorizar a fidelidade aos manuscritos originais, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) ajustou o trecho em suas edições modernas (como a NAA), mantendo apenas a redação autêntica: “Há três que dão testemunho: o Espírito, a água e o sangue; e os três são unânimes.”. Trata-se de uma adulteração justamente de uma citação relacionada diretamente com a Doutrina da Trindade, sugerindo a alta probabilidade de que o mesmo tenha ocorrido com Mateus 28:19.
· A Catholic Encyclopedia (1907), item Baptism, seção "VI. Form of the Sacrament", diz o seguinte: “A autoridade do Papa Estevão I foi invocada para a validade do batismo dado somente em nome de Cristo. São Cipriano afirma (Epístola 72) que este pontífice declarou válido todo batismo, desde que fosse dado em nome de Jesus Cristo [...] Santo Ambrósio (Sobre o Espírito Santo I.3), onde ele declara que, se uma pessoa nomeia um dos membros da Trindade, nomeia todos: "Se disseres Cristo, designas Deus Pai, por quem o Filho foi ungido, e Aquele que foi ungido Filho, e o Espírito Santo em quem Ele foi ungido". [...] a explicação da resposta do Papa Nicolau I aos búlgaros (cap. civ; Labbe, VIII), na qual ele afirma que uma pessoa não deve ser rebatizada se já tiver sido batizada "em nome da Santíssima Trindade ou somente em nome de Cristo, como lemos nos Atos dos Apóstolos (pois é a mesma coisa, como explicou Santo Ambrósio).
Referência Bibliográfica:
NASCIMENTO, M.V.R. (2020). Santíssima Trindade, quase
dois mil anos de engano religioso. Joinville: Clube de Autores.
NASCIMENTO, M.V.R. (2020). Um só batismo, em nome de Jesus Cristo!!! Joinville: Clube de Autores.





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